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A CRIAÇÃO LITERÁRIA

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DISPONÍVEL

Livro de MASSAUD MOISÉS.

Todo livro tem sua história. A deste, começa praticamente quando, em março de 1932, iniciei minha atividade docente nas Faculdades de Filosofia, Ciência e Letras da Universidade de São Paulo e da Universidade Mackenzie. Ao longo dos anos que medeiam entre aquela data e hoje, as questões mais candentes da problemática literária foram objeto de exame no diálogo metódico com os alunos, alguns dos quais atualmente empenhados na docência universitária. a eles foram expostos, dentro e fora das aulas, as ideias que eu ia sedimentando. Naturalmente, alguns deles transpiraram minhas reflexões, antes que eu as reduzisse a termo… Mas em 1958, redigi um breve estudo, espécie de balão de ensaio, acerca das distinções qualitativas entre Conto, Novela e Romance, e publiquei-o no Anuário da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Sedes Sapientiae” da Pontifícia universidade Católica de São Paulo, correspondente a 1958 / 1959. Da mesma forma procedi no tocante a um estudo relativo à poesia lírica e épica, sob o título de Variações em torno de Épico e do Lírico, estampado na revista “Anhembi” de julho de 1961. Mais adiante, refundi-o e republiquei-o, já agora com o título mudado para Do Épico e do Lírico, na revista “Alfa”, da Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Marília, nº 1, 1962.Nesse ínterim, já planejara e escrevera grande parte dos capítulos constantes deste livro. Um deles, amplamente retocado e atualizado, apareceu na “Revista de Letras” da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, nº 5,1964, sob o título de Conceito e Estrutura do Conto, o qual, para integrar a presente obra, sofreu ainda outras alterações. Depois de completá-la com capítulos relativos à novela, ao romance e à crítica, reescrevi ou retoquei todos os capítulos anteriormente redigidos. E dei por finda a tarefa.

Editora MELHORAMENTOS.

4ª Edição, 1971.

354 páginas.

 

 
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O CORNO DE SI MESMO & OUTRAS HISTORIETAS

Posted by admin on mar 16, 2014 in + LITERATURA, - CONTOS, - FRANCESA
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Livro de MARQUÊS DE SADE. Tradução de PAULO HECKER FILHO.

Escritos nada menos que durante o período em que o Marquês de Sade ficou preso na Bastilha, por volta de 1787, os contos aqui reunidos foram editados apenas em 1926. Nestas histórias, o Marquês, no seu melhor estilo, afronta todos os tipos de instituições, especialmente a do casamento. Protagonizadas por maridos devassos e mulheres submissas, ou ainda por maridos depravados e mulheres mais ainda, contam com a plêiade de personagens que são caros ao autor: padres ardilosos, mocinhas castas e ardentes prostitutas se revezam no universo da traição e da depravação. Um contista nato, o Marquês de Sade, que passou quase a metade de sua vida entre prisões e sanatórios, foi capaz de escandalizar gerações e de ser censurado em século e meio após sua morte.

Editora L&PM POCKET.

63 páginas.

 
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TURMA DA MÔNICA EM CONTOS DE ANDERSEN, GRIMM E PERRAULT

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DISPONÍVEL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro de MAURÍCIO DE SOUZA. Adaptação de texto ROBSON BARRETO DE LACERDA.

Neste livro, Maurício de Souza junta toda Turma da Mônica para participar das histórias contadas por Andersen, como: O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo; das histórias de Grimm, como: Branca de Neve, João e Maria, além dos contos de Perrault, como: O Pequeno Polegar, Rapunzel, dentre outras.

São 14 contos, 100% ilustrados, mostrando como cada amiguinho da Turma consegue se sair em cada história.

Editora GIRASSOL.

236 páginas.

 
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CONTOS DE RÉIS

Posted by admin on mar 7, 2014 in + LITERATURA, - BRASILEIRA, - CONTOS
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DISPONÍVEL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro de ROBERTO SATURNINO BRAGA.

“O encanto e a graça atributos próprios da existência, estão sempre a permear nossas vidas, cultivando, fecundando, e criando prazeres, para o mais puro deleite que possa ser ofertado para nós, pobres mortais.

Em Contos de réis , dadiva ofertada pelo mestre Saturnino, nos envolvemos de tal maneira que temos a sensação de ser, também, um personagem dos contos.

Não só a sensação, mas acima de tudo a emoção, que aumenta a medida do desenrolar das histórias, fazendo refluir com a mais pura honestidade nossos sentimentos que, ao reviverem o tempo, trazem momentos da surpresa, de alegria, de tensão, de reflexão, de desalento, e também de afloramento do amor, da ternura, do afeto… sem tempo perdido, mas todo tempo ganho.

Tecendo cuidadosamente o enredo de cada tema abordado e bordado, se vê em cada ponto alinhavado a sensibilidade aguçada de Saturnino, sua enorme riqueza no aprimoramento dos detalhes das tramas construídas e no arremate primoroso que leva ao gozo no desfecho.

A perspicácia no descrever dos personagens se dá de tal modo que permite não só visualizarmos todos eles em sua inteireza, como também compartilhamos de sua intimidade, encontrando o conhecido e o surpreendente nos relatos dessas vidas, numa mostra clara de afirmação do talento do autor.

O Rio de Janeiro é cenário contante. Ora como em décadas passadas, em que suas ruas-espaços tinham o seu uso e ocupação entregues à meninada, como concessão do direito de usufruto, com as janelas das casa como escotilhas, que permitem olhar profundo nas observações curiosas da vizinhança.

Ora na sua volúpia de cidade grande, palco de amores e dissabores.

As imagens captadas das vivências de seus moradores trazem, para quem conhece a cidade e nela viveu, a impressão de que, de repente, numa esquina, vai esbarrar com Saturnino, espiando e aprendendo tudo, quase um Palomar de Ítalo Calvino, um telescópio com sua objetiva ajustada e ofuscada e focada nas ruas da Cidade Maravilhosa.

Nessas lentes, um verdadeiro tesouro registrado se abre em revelações recriadas do autor, que tem a propriedade de nos levar com imponência e leveza ao prazer da descoberta de nossa própria essência.

Foi muito bom em Contos de réis sentir que devemos viver o presente sem pressa e criar um futuro deliciosamente cheio de esperanças, e mais ainda, esperando o próximo livro de Saturnino. Por enquanto, muito obrigado pelo tempo desfrutado lendo Conto de réis.” ELIOMAR COELHO

Editora RECORD.

270 PÁGINAS.

 
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MARAVILHAS DO CONTO FRANCÊS

Posted by admin on jan 16, 2012 in + LITERATURA, - CONTOS, - ESTRANGEIRA

DISPONÍVEL

Livro de JEAN P. L. BELLADE & DIAULAS RIEDEL. Tradução de T. BOOKER WASHINGTON.

O conto nasceu em terras da França antes do século XII, com o “fabliau”. Segundo o erudito Montaiglon, “fabliau” é uma história, frequentemente em versos, que narra alguma aventura cômica, de exagerado acento jocoso, baseado sempre em fatos reais ou possíveis. Outros estudiosos do assunto sustentam que essas fábulas têm origem oriental, afirmação, aliás, que nunca pôde ser comprovada. A maioria dos “fabliaus” chegados até nós são de autores anônimos, e todos procedentes da Picardia. Ao todo, uns cento e cinquenta trabalhos.

O responsável por esta seleção preferiu, por vários motivos, partir do século XIX, deixando de lado todos os predecessores. Por feliz coincidência – a colocação dos sonhos obedece ao critério cronológico, tendo como ponto de partida a data de nascimento dos autores – coube a um autêntico mestre o trabalho de abertura. Mais conhecido pelos seus romances, entre os quais esse admirável “O Vermelho e o Negro”, Stendhal deixou alguns trabalhos menores, de inclusão obrigatória em qualquer antologia que pretenda apresentar o que a França produziu de melhor no conto.

Editora CULTRIX.

334 páginas.

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A MURALHA DA CHINA

Posted by admin on jan 14, 2012 in + LITERATURA, - CONTOS, - ESTRANGEIRA

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Livro de FRANZ KAFKA. Tradução de TORRIERI GUIMARÃES.

Aqui está nesta compilação que fizemos, senão o melhor, pelo menos alguns dos trabalhos mais representativos do fenômeno kafqueano. Kafka descobriu, em nosso entender, o mundo subjetivo, do inconsciente, participando ativamente da vida normal, porém não o descreve como um espectador, mas emergindo desse mundo, com toda a sua genialidade, numa tentativa sempre repetida em todos os seus trabalhos, de desvendá-los sem se desvendar. Melhor do que a ninguém quadra a ele a comparação à esfinge, mas uma esfinge inventada por Freud, que a si mesma deve-se desvendar o seu mundo íntimo, sob a pena de ser absorvida pelos problemas que o mundo externo constantemente apresenta, e ser arrastada pelos abismos da loucura.

Muito da obra representativa de Kafka está aqui. O leitor deve lê-lo com cuidado. É melhor recomendação que podemos fazer a quem deseja penetrar o grande mistério.

Editora EXPOSIÇÃO DO LIVRO.

245 páginas.

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A VELHICE SAUDÁVEL & O SONHO DE CIPIÃO

Posted by admin on set 11, 2011 in + LITERATURA, - CLÁSSICOS, - CONTOS

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Livro de CÍCERO. Tradução de LUIZ FERACINE.

Quem desfruta dos favores da natureza e do beneplácito da providência divina, tendo a ventura de palmilhar as veredas do altiplano etário, inserido na terceira idade tal como o tradutor do presente texto de Cícero que versa acerca da “velhice”, fica deslumbrado ao constatar, que o bom-senso, quer a sutileza de critérios, quer o atilado apreço e o carinho que um pensador pagão expressa, quando reflete e disserta sobre a fase da vida avançada do ser humano.

O mérito excepcional deste opúsculo reside no enfoque filosófico da análise. A velhice em si já consubstancia um valor respeitável, mas, quando cultivada de modo a exaltar o odor inebriante das virtudes morais, então a vida provecta felicita seu titular, enquanto enobrece o convívio social de radiosa dignidade.

Eis a mensagem deste precioso livro.

Editora ESCALA.

107 páginas.

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O BISBILHOTEIRO

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Livro de QUEVEDO. Tradução de LILIANA RAQUEL CHWAT.

A obra de Quevedo se caracteriza de modo geral pela sátira. Tradicionalmente considerado como autor satírico e burlesco, não pode ser desconsiderado como pensador político e moralista. Quase todas as suas obras salientam a defesa dos mais altos valores do espírito que se expressa, muitas vezes, por uma crítica impiedosa das mesquinharias e baixezas humanas. Com seu estilo direto e mordaz, chega a ser impiedoso e extremamente cruel. A vida do Bisbilhoteiro é uma história de época, que reproduz o mundo em que vivia o autor. Por meio de seus personagens, Quevedo aborda temas sociais, como o roubo, a libertinagem, a vida desregrada em grupo, apresentando tipos humanos descaracterizados pela falta de senso ético e de bons costumes e que agem sem refletir sobre seus atos e suas eventuais conseqüências.

Editora ESCALA.

109 páginas.

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CINCO HISTÓRIAS QUASE DE CASERNA

Posted by admin on set 11, 2011 in + LITERATURA, - BRASILEIRA, - CONTOS

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Livro de OSWALDO FERRARO DE CARVALHO.

Este livro pretende ser um preito à simplicidade, e a honradez de homens rudes e bons que habitam as terras de um sertão incompreendido, que passou à história somente pela tragédia de Canudos.

São lembrados, também, nesta evocação despretenciosa, que é o conto Haná-Iró-Bati, os companheiros de farda, meus amigos desde então, que me ajudaram a organizar e construir essa Unidade do Exército, que tive a honra de comandar, por mais de ano, ainda simples capitão.

Iané-Canê-Pin é uma evocação a essa permanência no país dos Aweikomas e dos Kaigang do Sul.

São fantasias com pessoas que existiram, são fatos reais vividos por fantasmas. São um preito de um velho soldado ao Exército de ontem, de hoje e de amanhã.

Por tudo isso, cabe aqui o lugar comum de dizer que os fatos narrados, se relacionados com pessoas vivas ou mortas, terão sido por mera coincidência.

Publicação independente.

176 páginas.

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COISAS FRÁGEIS 2

Posted by admin on set 4, 2011 in + FANTASIA, + FICÇÃO, + LITERATURA, - CONTOS

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Livro de NEIL GAIMAN. Tradução de MICHELE DE AGUIAR VARTULI.

Confira, nesta obra, narrativas em que o horror se une ao humor, a doçura à crueldade e o realismo à fantasia para oferecer ao leitor um meio de libertar-se.

Em Coisas Frágeis 2, Neil Gaiman mostra sua versatilidade compondo poemas inspirados em contos de fada, “A Câmara Secreta”, “Cachinhos”, “Instruções” e “Inventando Aladim”, e criando narrativas sob a influência dos mais diversos elementos. As pequenas histórias que integram o conto “As Meninas” tiveram origem nas canções do álbum Strange Little Girls, de Tori Amos.
Em “No Final”, Gaiman imagina como seria o último livro da Bíblia e acaba criando um Gênesis às avessas; já em “Pó Amargo”, lendas urbanas e os estudos de Zora Neale Hurston sobre cultura negra e vodu compõem uma narrativa que tem como cenário a cidade de Nova Orleans. O conto “Quem Alimenta e Quem Come” nasceu de um pesadelo de Gaiman, enquanto “Garotos Bonzinhos Merecem Favores” teve como ponto de partida lembranças de infância do autor.
A mistura de realismo e fantasia, tão característica das obras de Gaiman, também se encontra presente nesta antologia, principalmente em “Noivas Proibidas dos Escravos sem Rosto na Casa Secreta da Noite do Temível Desejo”, que recebeu o Prêmio Locus de melhor conto em 2005. Ao longo dessa narrativa, Gaiman promove uma divertida reflexão sobre realismo versus fantasia, ao abordar a dificuldade que o protagonista da história enfrenta para redigir um romance realista.
Embora esse personagem considere a literatura fantástica algo trivial e afirme que esse gênero literário é uma forma de escapismo, no fim, acaba se rendendo a ele. O protagonista chega à conclusão de que é impossível escrever um romance que seja “a representação exata do mundo como ele é” e se justifica lançando a seguinte pergunta: “o impulso mais nobre da humanidade não é o anseio pela liberdade, o ímpeto de escapar”?
Editora CONRAD.

166 páginas.

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