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O MODERNISMO BRASILEIRO E A LÍNGUA PORTUGUESA

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DISPONÍVEL

Livro de LUIZ CARLOS LESSA.

“Estudo magistral sobre a língua literária do Modernismo (…) Só há que aplaudir trabalhos dessa natureza, que mostrarão a evolução da nossa fala e da nossa escrita” . Afrânio Coutinho

“O Modernismo Brasileiro e a Língua Portuguesa é obra que deve figurar na estante de todo estudioso, seja aluno ou mestre, que se interesse por assuntos de linguagem e, especialmente, pela língua portuguesa desta parte do continente americano”. Ismael de Lima Coutinho

“Livro que, além de todos os seus méritos intrínsecos (…) vem aumentar com autoridade as correntes dos novos filólogos que nos reconhecem (aos modernistas) direito de cidadania”. Raquel de Queirós.

Editora GRIFO.

2ª edição, 1976.

336 páginas.

 
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A CRIAÇÃO LITERÁRIA

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DISPONÍVEL

Livro de MASSAUD MOISÉS.

Todo livro tem sua história. A deste, começa praticamente quando, em março de 1932, iniciei minha atividade docente nas Faculdades de Filosofia, Ciência e Letras da Universidade de São Paulo e da Universidade Mackenzie. Ao longo dos anos que medeiam entre aquela data e hoje, as questões mais candentes da problemática literária foram objeto de exame no diálogo metódico com os alunos, alguns dos quais atualmente empenhados na docência universitária. a eles foram expostos, dentro e fora das aulas, as ideias que eu ia sedimentando. Naturalmente, alguns deles transpiraram minhas reflexões, antes que eu as reduzisse a termo… Mas em 1958, redigi um breve estudo, espécie de balão de ensaio, acerca das distinções qualitativas entre Conto, Novela e Romance, e publiquei-o no Anuário da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Sedes Sapientiae” da Pontifícia universidade Católica de São Paulo, correspondente a 1958 / 1959. Da mesma forma procedi no tocante a um estudo relativo à poesia lírica e épica, sob o título de Variações em torno de Épico e do Lírico, estampado na revista “Anhembi” de julho de 1961. Mais adiante, refundi-o e republiquei-o, já agora com o título mudado para Do Épico e do Lírico, na revista “Alfa”, da Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Marília, nº 1, 1962.Nesse ínterim, já planejara e escrevera grande parte dos capítulos constantes deste livro. Um deles, amplamente retocado e atualizado, apareceu na “Revista de Letras” da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, nº 5,1964, sob o título de Conceito e Estrutura do Conto, o qual, para integrar a presente obra, sofreu ainda outras alterações. Depois de completá-la com capítulos relativos à novela, ao romance e à crítica, reescrevi ou retoquei todos os capítulos anteriormente redigidos. E dei por finda a tarefa.

Editora MELHORAMENTOS.

4ª Edição, 1971.

354 páginas.

 

 
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SANTOS E CANALHAS – UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA DA OBRA DE NELSON RODRIGUES

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DISPONÍVEL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro de ADRIANA FACINA.

SANTOS  CANALHAS é um instigante livro sobre o Brasil. A partir da obra de Nelson Rodrigues, particularmente do teatro, Adriana Facina realizou fascinante pesquisa, em que focaliza, nas peças do autor, entre outros temas, as problemáticas da cidade e da família. Para isso, mergulhou no universo rodriguiano, fez entrevistas e assenhorou-se de quase tudo do que já foi escrito sobre esse grande escritor. Mostra como, ao lidar com transgressões, tabus e desvios, Nelson Rodrigues tornou-se foco de polêmicas, às vezes, bastante violentas. Assim, Adriana preocupa-se em localizar Nelson Rodrigues no campo intelectual de sua época sem reduzir o significado de sua obra a explicações sociológicas mecânicas e lineares.

A autora, no desenvolvimento de seu trabalho, analisa a visão de Nelson Rodrigues sobre a cidade, particularmente do Rio de Janeiro. Trata-se de uma efetiva contribuição à Antropologia Urbana, apresentando as trilhas, áreas e mapas significativos na obra examinada. No que toca à temática de família e parentesco, faz aproximações entre o teatrólogo e o seu conterrâneo Gilberto Freyre. Essa aproximação entre os dois escritores, um através de seu teatro e o outro através de seu teatro e o outro através de sua sociologia, constitui uma contribuição rica e original para a história da literatura e do pensamento social brasileiro. A questão do incesto, sem dúvida, é um dos focos centrais da temática mais ampla, iluminando as complexas relações entre gerações e gêneros.

Certamente, um dos aspectos mais fascinantes a obra de Nelson Rodrigues, em particular do seu teatro, é o que se relaciona à natureza do mal e do pecado. Adriana Fascina aponta não só para isso como desenvolve uma reflexão importante, mostrando a dimensão Romântica e suas dramáticas ambiguidades em relação à temática amorosa presente, de modo marcante, nas peças examinadas. Com isso, além de situar Nelson Rodrigues dentro do panorama da cultura brasileira, constrói pontes para uma problemática mais universal e abrangente.

Portanto, SANTOS E CANALHAS é um livro de interesse não só para os rodriguianos mas para todos os leitores preocupados com as complexas relações entre Literatura e Sociedade e com uma Antropologia das Sociedades Complexas.

Editora CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA.

332 páginas.

 
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KAFKA – VIDA E OBRA

Posted by admin on jan 16, 2012 in + BIOGRAFIA, + LITERATURA, - CRÍTICA, - ESTRANGEIRA

DISPONÍVEL

Livro de LEANDRO KONDER.

A coleção  “VIDA E OBRA” prossegue com Kafka. Venerado, discutido, aceito, repelido durante muitos anos, hoje, numa progressão infinita de entendimento, assume uma vanguarda inconteste no plano da literatura moderna. O que Edições José Alvaro pretende (e somos tranquilos quanto à intenção) é levar ao grande público, objetivamente, a exata visão do autor – o seu conflito e angústia, a sua revolta e inconformismo. E, para desempenhar esta tarefa ninguém melhor do que Leandro Konder, um dos mais brilhantes críticos da nova geração, sem gratuidade ou favor. Eis, portanto, um trabalho sobre Kafka que há de permitir uma compreensão ampla e acessível do conturbado universo deste grande escritor  tcheco.

Editora JOSÉ ALVARO EDITOR / PAZ E TERRA.

217 páginas.

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FARDA FARDÃO CAMISOLA DE DORMIR

Posted by admin on mar 5, 2011 in + FICÇÃO, + LITERATURA, - BRASILEIRA, - CRÍTICA, - FÁBULAS

DISPONÍVEL

Livro de JORGE AMADO.

“Esta fábula conta como dois velhos literatos, acadêmicos e liberais, partiram em guerra contra o nazismo, a ditadura e a prepotência. Toda e qualquer semelhança com tipos, organizações, academias, classes e castas, figuras e sucessos da vida real será pura e simples coincidência, pois a anedota é produto exclusivo da imaginação e da experiência do autor. Reais são apenas a ditadura do Estado Novo com a Lei de Segurança, a máquina de repressão, as prisões cheias, as câmaras de tortura e o obscurantismo, e a Segunda Grande Guerra Mundial, desencadeada pelo nazi-fascismo, em seu pior momento, quando se dava tudo por perdido e a esperança fenecia.”

Editora CÍRCULO DO LIVRO

230 páginas.

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O SERTÃO E A CIDADE – O SERTÃO DE GUIMARÃES ROSA 50 ANOS DEPOIS

Posted by admin on jan 15, 2011 in + HISTÓRIA, + LITERATURA, - BRASILEIRA, - CRÍTICA

DISPONÍVEL

Livro de ÁLVARO ANDRADE GARCIA.

O ano de 2006 marca meio século da publicação de Grande sertão: veredas, romance que consagrou Guimarães Rosa e seu relato da guerra entre bandos de jagunços no sertão de Minas. O que aconteceu na região nesses cinquenta anos?
Essa pergunta foi o ponto de partida do projeto www.sertoes.art.br, que atualiza informações sobre o noroeste de Minas Gerais. Para responder a ela, Álvaro Andrade Garcia e sua equipe visitaram a história já contada em livros e filmes e ouviram aqueles que participam da história contemporânea. O que encontraram foi um sertão bem diferente daquele retratado por Rosa. Um sertão em tempos de globalização, que traz muitas questões para nós, brasileiros dos anos 2000.
O projeto busca estimular a reflexão e a geração de respostas para os problemas atuais.

Editora PETRÓPOLIS.

45 páginas.

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CLARICE LISPECTOR – UMA POÉTICA DO OLHAR

Posted by admin on set 18, 2010 in + LITERATURA, - BRASILEIRA, - CRÍTICA

DISPONÍVEL

Livro de REGINA PONTIERI.

Desde as primeiras obras de Clarice Lispector, o olhar aparece como instrumento por excelência de um conhecimento que se faz por autoconhecimento. Olhar atento e demorado; que não mantém o vidente à distância do visível mas que, pelo contrário, localiza-os na mesma carne do real.
A inteção deste livro é desenhar a trajetória constitutiva desse olhar, elegendo como momento privilegiado o romance A Cidade Sitiada, de 1949, no qual se encontram personagens inteiramente dedicadas a construir seu mundo por uma atividade visionária insistente e paciente.

Editora ATELÊ EDITORIAL.

234 páginas.

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A MEMÓRIA DE ULISSES

Posted by admin on set 4, 2010 in + FILOSOFIA, + HISTÓRIA, + LITERATURA, - CRÍTICA

DISPONÍVEL

Livro de MARCO LUCCHESI.

A MEMÓRIA DE ULISSES, reunião de textos do autor, oferece uma oportunidade única de reler ou de conhecer uma parte importante da criação literária de Lucchesi. A coletânea inclui, também, alguns textos publicados na imprensa e o inédito Rachel Jardim: Anos 40, sobre a romancista e memorialista mineira. Dividido em 5 partes, o livro traz quase 50 dos melhores e mais interessantes textos de Lucchesi. Aqui ele fala sobre Ibsen, Montaigne, Nietzsche e Gunther Grass. Revisita Descartes, analisa a poética de Quixote, disseca Schopenhauer e viaja para o universo de Goethe.

Editora CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA.

350 páginas.

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AUGUSTO MEYER – Ensaios Escolhidos

Posted by admin on jul 8, 2010 in + HISTÓRIA, + LITERATURA, - CRÍTICA, - ENSAIOS

Livro de AUGUSTO MEYER.

Neste volume recolhem-se alguns dos mais brilhantes e percucientes ensaios sobre literatura escritos no Brasil no século XX. Apenas alguns, pois cada um das centenas de ensaios que nos deixou Augusto Meyer parece, quando o lemos, melhor do que os outros, que também não demoram em se mostrar melhores. Ninguém, no seu tempo, escreveu tão bem quanto ele, com tanta erudição, sensibilidade, apuro, clareza, elegância, sobriedade e graça.

Mestre do ensaio breve, tanto revela em quatro páginas os segredos de um grande livro, quanto era capaz de usá-las para esmiuçar, com paciente saber, um verso ou uma frase. Tinha especial gosto por perseguir numa obra suas fontes e parentescos e por comparar a sua leitura pessoal com as feitas por outros antes dele.

Editora JOSÉ OLYMPIO.

286 páginas.

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