VOCÊ SABIA QUE…

01) A CRIAÇÃO DOS LIVROS, há algum tempo, por conta de solicitações de alguns sócios, está preparando um acervo de livros antigos (clássicos ou não) para serem oferecidos aos leitores. Estes livros são da década de 1930, 1940, 1950 e 1960. Alguns sócios fizeram doações de livros antigos para que os mesmos fossem reformados e compartilhados com outros sócios. Eles serão apresentados na página “PRECIOSIDADES“. Aguardem!!

02) A CRIAÇÃO DOS LIVROS vai colocar à venda várias coleções de Língua Portuguesa (Ensino Fundamental) e de Português / Literatura (Ensino Médio).  São coleções antigas (década de 1990), porém conservadas. São livros do professor (de 5ª à 8ª séries), com exercícios e muitos textos. Apesar de ter havido a reforma na Língua Portuguesa, é um material muito bom para quem está começando a carreira como professor de Portugûes e Literatura e precisa de um apoio. Caso você já tenha a referência de algum autor e queira saber se temos, basta enviar um e-mail.

03) A CRIAÇÃO DOS LIVROS se colocou à disposição para fazer a divulgação de logomarca (com ou sem link para o referido site da empresa), na sua página principal, gratuitamente, por um prazo de 04 (quatro) meses. Não é contrato, mas sim uma simples parceria formal. Durante este período, a empresa ainda receberá a cortesia de 05 (cinco) locações mensais para bonificar seus clientes. Entre em contato  (faleconosco@criacaodoslivros.com.br  ou  8466-9309) e saiba mais!

04) Em cada dez universitários, dois têm dificuldade de leitura
Sarah Fernandes – Portal Aprendiz – 23/02/2011

Em cada dez universitários de até 24 anos, quase dois podem ter problemas em acompanhar o curso devido a dificuldades de compreender textos e resolver cálculos complexos. Eles são 18% dos estudantes de ensino superior, que possuem nível de alfabetização considerado básico por especialistas. Os dados são da organização não governamental Ação Educativa e do Instituto Paulo Montenegro, do Ibope. As instituições analisaram o impacto do analfabetismo funcional no ensino superior, a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf). O estudo analisou jovens de 15 a 24 anos das regiões metropolitanas de Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF).
“18% de jovens com nível básico de  alfabetismo no ensino superior é um dado bastante preocupante. Isso porque eles vão encontrar limitação no seu desenvolvimento pessoal, cultural e profissional”, analisa coordenadora geral da Ação Educativa, Vera Masagão.
As pessoas com nível básico de alfabetismo leem e compreendem textos de média extensão e resolvem problemas com uma sequência simples de operações. No entanto, têm dificuldade quando as operações envolvem mais elementos e etapas, segundo o estudo. Eles, “embora tenham condições de prosseguir nos estudos, poderão ter limitações significativas para absorver o conteúdo que lhes seja oferecido ou contam com suprir, na faculdade, as deficiências acumuladas em sua trajetória escolar”, aponta a publicação.
Travados - Pouco mais de um em cada quatro jovens analisados pela  pesquisa estão excluídos do ensino superior por não terem concluído etapas da educação básica. Ao todo, 22% podem ser considerados analfabetos funcionais, 36% ainda estavam no ensino fundamental e apenas 56% terminaram ou estão cursando o ensino médio. “Eles são vítimas de um currículo escolar pobre, da falta de professores e da desmotivação dos profissionais da educação”, analisa Vera.
“Em geral, eles não tiveram informações sobre oportunidades como EJA [Educação de Jovens e Adultos] e ProJovem”.
O reconhecimento da dificuldade de leitura é uma das barreiras para avançar os estudos, segundo o levantamento. Metade dos entrevistados pretende estudar em cursos pré-vestibulares gratuitos, sendo que apenas 8% deles têm nível de alfabetização rudimentar, no qual é possível ler anúncios ou cartas pequenas e manusear dinheiro.

05) Escolas do Rio pedem exames oftalmológicos na hora da matrícula
Bom Dia Brasil – 21/02/2011

Um alerta aos pais e professores: é preciso ficar atento ao comportamento das crianças em sala de aula. A visão embaçada na sala de aula começou a trazer problemas para Verenna Santana, de 10 anos, a ponto de ela não querer copiar o que a professora escrevia no quadro negro.
“Eu não conseguia enxergar o quadro direito. Ficava falando um monte de coisas para a professora, porque eu não sabia o que estava acontecendo comigo”, lembra a menina.
Verenna tinha 6 anos quando descobriu que sofria de miopia: só conseguia enxergar de perto. O pai Maurício Silveira conta que o alerta veio da escola. “Se não tivesse sido notado pelo colégio, ela poderia ter caído o rendimento e não ter acompanhado normalmente o colégio”, comentou o pai.
Dados da Sociedade Brasileira de Oftalmologia apontam que 20% das crianças em idade escolar precisam usar óculos, mas 80% nunca fizeram exame de vista. Os especialistas recomendam um primeiro teste já no nascimento e uma avaliação mais detalhada depois, quando a criança entra na escola.
“Atitudes da criança quando, por exemplo, ela tem o hábito de pegar objetos muito próximos; ou ao contrário, ela tem dificuldade de leitura e evita a leitura, o que pode ser uma hipermetropia. São sintomas como dores de cabeça e olhos vermelhos”, aponta o médico Marcus Sáfady, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
Problemas de visão antes de ser detectados muitas vezes criam mal entendidos na sala de aula. A criança pode ganhar fama de dispersa, distraída ou de preguiçosa, quando na verdade está com dificuldade de aprendizado e de raciocínio por causa de uma deficiência visual. “As letras eram todas pequenininhas, embaralhadas no quadro”, conta a menina.
Ao confirmar que o problema era mais comum do que o esperado, uma escola passou a exigir dos pais exames oftalmológicos das crianças na hora da matrícula. Os professores também são orientados para ajudar a identificar os alunos que não andam enxergando muito bem.
“A conduta é a seguinte: o professor observar se a criança está olhando muito perto do livro ou se a criança está na hora da leitura saltando muito a linha”, explica a orientadora educacional Marisa Gomes.
O resultado de tanto cuidado e prevenção é um só: visão com foco. “Antes dos óculos, eu via tudo embaçado e não conseguia enxergar direito. Mas depois, quando eu comecei a usar, o mundo se abriu para mim”, comemora Verenna.

06) Autores independentes podem editar livros sem custos
PublishNews – 18/02/2011
Pensando em atender aos escritores que desejam publicar um livro, nasce o PerSe, portal de publicação para autores independentes. Através dele, é possível editar um livro totalmente sem custos, disponibilizá-lo para comercialização na livraria eletrônica do PerSe em e-book ou com impressão dos exemplares sob demanda. O processo é simples. O autor define as características físicas do livro, como formato, acabamento, papel de miolo e cores. Depois sobe o arquivo para o sistema do PerSe e cria a capa. Em seguida, define o preço de venda e estabelece quanto quer ganhar de royalties.
Os blogueiros também poderão diagramar e publicar livros. Denominada Blog2Book, essa ferramenta permite a diagramação dos conteúdos das plataformas Blogger/Blogspot e WordPress direto no sistema. Um dos primeiros livros já editados pelo PerSe é o da jornalista Lucia Faria, proprietária da Lucia Faria Inteligência em Comunicação. Com o título Meias verdades – Uma visão particular sobre a Comunicação Corporativa, o livro reúne 50 artigos sobre sua área de atuação.
Embora todo o processo seja gratuito, o portal oferece serviços especializados de Publicação e Marketing, caso o autor tenha interesse em adquirir. Entre eles, diagramação, revisão, fotos, divulgação, noite de autógrafos, entre outros.

7) Já existe formação de leitores a domicílio
Gilberto Scofield Jr. e Márcia Abos – O Globo – 22/08/2011
Nos próximos meses, o Programa Agentes de Leitura começa em mais 14 estados brasileiros. A expectativa do Ministério da Cultura é ter 15 mil agentes trabalhando em todo o Brasil até 2014. São Bernardo do Campo (SP) foi a primeira cidade a colocar o projeto em prática. São 185 agentes treinados há um ano para atuar como estimuladores de leitura e divulgadores de livros em bairros carentes do município.

8)  O setor de livros religiosos é o que mais cresceu em 2010
Valor OnLine – 23/08/2011
A religião é o segmento que mais cresceu entre 2009 e 2010. No ano passado, foram vendidos 437,9 milhões de livros, ao todo, no Brasil, sendo 202,6 milhões didáticos e 74 milhões religiosos. No entanto, quando se compara a variação entre 2009 e 2010 em total de exemplares vendidos, os religiosos ganham (aumento de 17,3% contra 15,42% dos didáticos).

9) Estudantes se dedicam pouco aos livros
Jornal Globo – 19/08/2011
Pesquisa mostra que a maioria dos universitários lê de um a quatro livros por ano. Entre os maiores leitores estão os estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: 22,98% leem geralmente mais de dez livros/ano. Já na Universidade Federal do Maranhão, 23,24% não leem um livro sequer ao ano. Em vez da leitura, muitos preferem usar o tempo livre com shopping, cinema, boates, forró e praia.

10) Livros didáticos para escolas públicas custaram R$ 1,1 bilhão
Amanda Cieglinski – Agência Brasil – 21/08/2011
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) consolidou a compra de 162,4 milhões de livros que serão distribuídas às escolas da rede pública no ano que vem. O custo total da aquisição foi R$ 1,1 bilhão – a maior compra de livros já feita pelo órgão, que é uma autarquia do Ministério da Educação (MEC). As redes de ensino começam a receber as obras em outubro.

11) Metrô de SP tem bibliotecas com empréstimo de livros de graça
Jornal do SBT – 24/08/2011
São 18 mil livros que já foram emprestados mais de 500 mil vezes nas estações Paraíso, Tatuapé, Santa Cecília do metrô e Brás da CPTM. Cada leitor pode ficar até dez dias com uma obra. A iniciativa, batizada de Embarque na Leitura, faz parte do projeto Ler é Saber, do Instituto Brasil Leitor (IBL).

12)  “O livro já não é a coisa mais importante na vida das crianças”
Maria Fernanda Rodrigues – PublishNews – 24/08/2011

Na Inglaterra e nos Estados Unidos, as crianças não estão mais conseguindo escrever narrativas longas porque se acostumaram com pedaços de histórias. Quem contou isso foi o crítico especializado em literatura infantil, Peter Hunt. Ele participou do painel “Literatura e arte na era dos bits”, da Jornada Nacional de Literatura, ao lado de Gisele Beiguelman, Marcia Tiburi, Mauricio de Sousa, Luisa Geiser e João Almino na tarde desta terça-feira, dia 23. Para ele, a forma como as crianças pensam agora e como elas pensavam 30 anos atrás mudou completamente, o que torna este momento muito especial para quem trabalha com educação. Quanto à literatura, o crítico inglês disse que o livro se tornou apenas o centro de um grande universo de experiência, deixando de ser a coisa mais importante na vida das crianças. Para exemplificar, mostrou a contracapa de um dos títulos da série Crepúsculo, com anúncios de DVDs, CDs e outros produtos relacionados à obra de Stephenie Meyer. Por fim, comentou: “Há uma mudança na maneira como compreendemos a história. O poder do texto e do escritor está sendo substituído pelo poder do leitor.”

13)  Do papel ao suporte digital
Pátio – Revista Pedagógica – 30/08/2011
Galeno AmorimNo trabalho e na vida, o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, concilia sua paixão pelos livros de papel e as novas ferramentas tecnológicas. Blogueiro entusiasmado, com milhares de seguidores no Twitter e no Facebook, ele aborda os principais caminhos para ampliar os índices de leitura no Brasil, como as ações do Programa Nacional de Incentivo à Leitura. “Com a contratação de agentes de leitura, que visitam famílias de casa em casa, estamos dando um grande passo para aproximar pessoas e livros”. Já sobre e-books: “O empréstimo de livros digitais já é realidade na Europa, cuja dinâmica queremos trazer para o Brasil”.

14) 43,9% dos alunos do 3º ano não compreendem o que leem
UOL – 26/08/2011

Metade das crianças brasileiras que concluíram o 3º ano (antiga 2ª série) do ensino fundamental em escolas públicas e privadas não aprendeu os conteúdos esperados para esse nível de ensino. Cerca de 44% dos alunos não têm os conhecimentos em leitura; 46,6% em escrita e 57%, em matemática. Isso significa que, aos 8 anos, elas não entendem para que serve a pontuação ou o humor expresso em texto; não sabem ler horas e minutos em um relógio analógico e calcular operações envolvendo intervalos de tempo; não identificam um polígono nem reconhecem centímetros. “Esse panorama mostra que a exclusão na educação, que deveria servir como um mecanismo compensatório das diferenças socioeconômicas, começa desde cedo”, afirma Priscila Cruz, diretora executiva do Todos Pela Educação. “A grande desigualdade que tende a se agravar no ensino médio já está  nos primeiros anos do fundamental. Isso é visível nas diferenças entre as regiões do País.”
Os resultados descritos são da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) e foram divulgados ontem. A prova é uma nova avaliação nacional organizada pelo Todos Pela Educação, Instituto Paulo Montenegro/Ibope, Fundação Cesgranrio e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). É a primeira vez que são divulgados dados do nível de alfabetização das crianças ao final do ciclo. A prova foi aplicada no começo deste ano para 6 mil alunos de 250 escolas apenas das capitais. Somente uma turma por unidade foi sorteada para participar e cada aluno resolveu 20 questões de múltipla escolha de leitura ou de matemática. Todos fizeram a redação, que teve como proposta   escrever uma carta a um amigo contando sobre as férias.
Os resultados, divulgados por regiões, estão nas escalas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) para leitura e matemática. O nível de 175 pontos foi estipulado como a pontuação que representa que o aluno aprendeu os conteúdos exigidos para a série. Os dados da Prova ABC mostram que há diferenças bruscas entre as regiões do País – em algumas, menos de um terço dos estudantes aprendeu o mínimo. É o caso da região Norte, onde apenas 21,9% dos alunos das escolas estaduais e municipais cumpriram a expectativa de aprendizado em matemática. No Nordeste, essa taxa é de 25,2% para a disciplina e de 21,3% em escrita na rede pública. Mesmo entre as escolas particulares essa diferença regional se impõe.

15) A leitura no século 21
Raquel Cozer – O Estado de S.Paulo – 27/08/2011

Pesquisas sobre leitura e internet têm mostrado que o leitor de mídias digitais tem menos concentração e se recorda de menos detalhes após o término da leitura. Como fazer para prender a atenção desse leitor – seja de veículos de comunicação, seja de literatura – foi uma das questões centrais da conferência “A comunicação do impresso ao digital, realizada na noite de quinta na 14ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, com participação dos jornalistas Roberto Dias, da Folha, Eduardo Diniz, de O Globo, Pedro Lopes, da Zero Hora, e Rinaldo Gama, editor do suplemento Sabático, do Estado.
O desafio, como mostrou Lopes, é contínuo: calcula-se, por exemplo, que em um ano a venda de PCs seja superada pela de tablets. Coube a Rinaldo Gama fazer uma conexão entre a literatura. “Entre a literatura e os meios de comunicação, há uma cumplicidade de códigos que faz com que ambos andem lado a lado. Não deve ser coincidência que o termo literatura só tenha se consolidado no século 19, no momento em que o jornal passou a influenciar a literatura”.

16) Presidenta Dilma anuncia programa para livro mais barato
A presidenta Dilma Rousseff anunciou na Bienal do Livro do Rio de Janeiro a criação do Programa do Livro Popular, com o objetivo de ampliar o acesso aos livros e aumentar os índices de leitura no país. Ela disse que pediu ao Ministério da Cultura e à Fundação Biblioteca Nacional a instituição de políticas para baratear o preço dos livros e permitir, assim, que eles cheguem a todas as classes sociais. “Queremos ter uma ação que permita a produção e a comercialização de livros baratos”, afirmou ela, ao convocar editores, livreiros e autores a contribuir com propostas e novas ideias para incrementar o projeto. “Esse programa pretende ser estímulo a toda a cadeia, aos escritores, editores, livreiros atacadistas, mas sobretudo aos brasileiros que podem e vão amar os livros, como o Brasil certamente tem esse potencial de amar”, observou.

17) MEC vai distribuir tablets para alunos de escolas públicas em 2012
Vladimir Platonow – Agência Brasil – 02/09/2011
O Ministério da Educação vai distribuir tablets (computadores portáteis do tipo prancheta, da espessura de um livro) a escolas públicas a partir do próximo ano. A informação foi dada pelo ministro Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares. O objetivo, segundo ele, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.

18) Passageiros de barca terão biblioteca gratuita
G1 – 02/09/2011

Quem usa barcas para travessia em praias do litoral de São Paulo poderá utilizar o tempo da viagem para ler. A partir do início de 2012, estações do litoral sul receberão bibliotecas gratuitas para os usuários. O projeto é do Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) e Instituto Brasil Leitor (IBL).

19) Mundo tem quase 800 milhões de analfabetos, segundo Unesco
EFE – O Estado de São Paulo – 06/09/2011

A Unesco informou nesta terça-feira, 6, que 793 milhões de pessoas em todo o mundo não sabem ler nem escrever, de acordo com um estudo publicado por ocasião da celebração do Dia Internacional da Alfabetização. Segundo dados do Instituto de Estatística da Unesco, a maioria dessas pessoas são meninas e mulheres. “Outras 67 milhões de crianças em idade escolar não leem ou escrevem, e 72 milhões de adolescentes em idade escolar também não estão gozando de seu direito à educação”, indicou a agência da ONU. Em todo o mundo, 11 países têm mais de 50% de adultos analfabetos: Benin, Burkina Fasso, Chade, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Haiti, Mali, Níger, Senegal e Serra Leoa. Por regiões, o sul e o oeste da Ásia abrigam mais da metade da população analfabeta mundial (51,8%), tanto que na África Subsaariana vivem 21,4% dos adultos analfabetos.

Dia da Alfabetização – Na Ásia Oriental e no Pacífico estão 12,8% dos analfabetos, nos países árabes, 7,6%, na América Latina e no Caribe, 4,6%. América do Norte, Europa e Ásia Central somam cerca de 2% dos adultos analfabetos, acrescentou a Unesco. A  celebração do Dia Internacional da Alfabetização, no dia 8 de setembro, presta atenção especial à relação entre a alfabetização e a paz, segundo a organização. A Unesco entregará em Nova Délhi os prêmios internacionais de alfabetização Confúcio e Rei Sejong, que recompensam projetos do Burundi, Estados Unidos, México e da República Democrática do Congo. O prêmio Unesco-Rei Sejong será entregue ao Instituto Nacional para a Educação dos Adultos do México (Inea), por seus programas de alfabetização bilíngues. Segundo a Unesco, esses programas demonstraram sua eficácia para reduzir os índices de analfabetismo entre as povoações indígenas do México, em particular das mulheres, e para melhorar sua capacidade de exercer seus direitos.

Em Nova Délhi será realizada, entre os dias 8 e 10 de setembro, a conferência internacional “Alfabetização feminina para um desenvolvimento integrador e sustentável”, organizada pelo governo indiano na abertura da “Iniciativa E-9″. A diretora geral deste órgão da ONU, Irina Bokova, declarou em comunicado que “o mundo precisa urgentemente de um  compromisso político mais firme com a alfabetização respaldado pelos recursos adequados para ampliar os programas eficazes”. “É indispensável aos governos, as organizações internacionais, a sociedade civil e o setor privado fazer da alfabetização uma prioridade política, para que todas as pessoas possam desenvolver seu potencial e participar ativamente na formação de sociedades mais sustentáveis, justas e pacíficas”, afirmou.

E-9 – Participarão da conferência de Nova Délhi a presidente da Índia, Pratibha Devi Singh Patil, assim como os Ministros da Educação da Nigéria, Ruqayyatu Admed Rufai, que também preside o E-9, Paquistão (Pir mazhar-ul-Aq), Nepal (Gangalal Tuladhar), Egito (Ahmed Gamal El-Din Moussa), Sri Lanka (Bandula Gunawardhana), Bangladesh (Nurul Isla) e Butão (Lyonpo Thinley Gyamtso), entre outros. O E-9 reúne nove países muito povoados que concentram mais de dois terços dos analfabetos adultos e mais da metade das crianças não escolarizados do mundo, e é formado por Bangladesh, Brasil, China, Índia, Indonésia, México, Nigéria e Paquistão.

20)  PragMATIZES é uma publicação vinculada ao Laboratório de Ações Culturais (LABAC), ao Curso de Graduação em Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense, tendo a Maestría em Estudio Culturales da Universidad Nacional de Rosário como parceira.

PragMATIZES busca aprofundar as discussões teóricas necessárias a uma época em que tecnologia, cultura e arte se mesclam.

http://www.pragmatizes.uff.br/site/index.html

21) Projeto prevê dedução do IR de gasto com livro de autor brasileiro
Portal Câmara dos Deputados – 12/09/2011
O Projeto de Lei 1116/11, em tramitação na Câmara, autoriza o contribuinte a deduzir do Imposto de Renda o gasto com livros de autores nacionais, até o limite anual de R$ 1,5 mil.
A proposta altera a Lei 9.250/95, que regulamenta o Imposto de Renda da Pessoa Física.
Segundo o autor do projeto, deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), a dedução tem como objetivo facilitar o acesso da população aos livros, principalmente os adultos, que compõem o maior percentual dos não leitores do País, segundo pesquisas do Instituto Pró-Livro – entidade ligada às editoras.
“Desonerar os custos com a aquisição de literatura em seus mais abrangentes tipos é uma medida que certamente incrementará o desenvolvimento da educação em todo o País, além de valorizar os escritores nacionais”, disse o deputado.
A Lei 9.250 só autoriza a dedução de gastos com instrução do contribuinte e de seus dependentes, compreendendo desde a educação básica até a pós-gradução.
As publicações não estão incluídas entre as despesas dedutíveis.

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